28 novembro, 2008

Pão de Miga

Panificacion Pan de Miga oferece pão congelado sem casca para supermercados, mercearias e panificadoras.

 

 

 

 

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28 novembro, 2008

Oferta de frutas argentinas

 

Distribuidora El Rosproedu oferece frutas argentinas em geral para supermercados, mercearias, etc.

 

 

 

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18 novembro, 2008

Novo Site!

Está no ar um novo site da câmara mais moderno. Com conteúdos atualizados periodicamente para manter nossos clientes e parceiros informados sobre nossas atividades.

17 novembro, 2008

Argentina amplia lista de produtos com entrada restrita

MARCIA CARMO da BBC Brasil, em Buenos Aires

 

 

Pouco depois do fim da 7ª Reunião Extraordinária do Conselho do Mercosul, em Brasília, nesta segunda-feira, a Direção Geral de Aduanas (órgão que controla a entrada de produtos na Argentina,) divulgou comunicado ampliando a lista dos produtos que sofrerão mais restrições para entrar no país. Desta vez, o alvo são os produtos do setor têxtil.

 

 

A assessoria do órgão explicou que estes produtos deveriam ter sido incluídos na medida divulgada há quinze dias e que listou quase 22 mil produtos, principalmente da Ásia, que sofrerão restrições para entrar na Argentina. A lista também incluiu mercadorias brasileiras.

 

 

 

O comunicado, intitulado “Valores - Critério de Caráter Preventivo”, estipula preços mínimos para entrada de alguns produtos no país, procurando evitar assim a entrada de mercadorias com preços muito abaixo do valor de mercado.

 

 

 “Conforme expressou a Organização Mundial de Aduanas, a definição deste critério de valores (…) representa estímulo e proteção à indústria nacional”, diz o documento.

 

 A nova lista inclui determinados produtos de algodão, de fibras sintéticas e de lã, entre outros.

 

 

Os países de origem desta produção com entrada restrita são Brasil, Paraguai, Uruguai (sócios da Argentina no Mercosul), Colômbia, Equador, além da China e da Indonésia, entre outros países asiáticos.

 

 

 

De acordo com autoridades do governo argentino, estas medidas não significam “barreiras” contra estes produtos, mas “maior rigor” para sua entrada na Argentina.

 

 

Mercosul

 

 

Nesta segunda-feira, em Brasília, onde participou da reunião do Mercosul, o ministro das Relações Exteriores do país, Jorge Taiana, afirmou que a Argentina

 

propôs a criação de uma “comissão de monitoramento” do comércio dentro do bloco.

 

 

“A Argentina propôs a criação desta comissão para acompanhamento do fluxo de comércio e para estabelecer se ele pode afetar ou não, e de que maneira, os níveis de produção de nossos países”.

 

 

A Argentina já havia sugerido o aumento da Tarifa Externa Comum (TEC) para os produtos asiáticos, principalmente, diante do temor de uma “invasão” desta produção em tempos de crise.

 

“Se eles não conseguirem mandar mercadorias para outros lugares, já que a crise prejudica o comércio mundial, vão tentar enviar estes produtos para nossos países e temos que ter cuidado”, disse um assessor do governo da presidente Cristina Kirchner.

 

 

 

“Proteger a indústria nacional não é pecado”, disse o embaixador argentino no Brasil, Juan Pablo Lohlé, de acordo com a imprensa argentina.

 

Mas o comunicado conjunto divulgado nesta segunda-feira em Brasília não fala em proteção –iniciativa que não agrada o governo brasileiro.

 

O comunicado destaca que os países que participaram do encontro concordaram na necessidade de realizar o “acompanhamento dos possíveis impactos da crise tanto nos mercados financeiros locais como nos níveis de produção e emprego”.

 

A reunião contou com a presença de ministros das Relações Exteriores, da Fazenda e presidentes dos bancos centrais de Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e dos países associados ao bloco.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u461116.shtml

17 novembro, 2008

Crise divide BR e ARG em reunião do Mercosul

Representantes do Brasil e da Argentina chegam divididos à reunião do Mercosul em Brasília, nesta segunda-feira, que vai discutir o impacto e eventuais medidas para conter a crise econômica internacional.

 

Uma das principais divergências é sobre como reagir à crise do ponto de vista comercial. A Argentina vem reivindicando publicamente o aumento do protecionismo dentro do bloco.

 

Segundo uma fonte do ministério das Relações Exteriores do país, os argentinos vão levar à reunião a proposta de aumento da Tarifa Externa Comum (TEC) do bloco para produtos importados de países asiáticos.

 

 

 

 O governo brasileiro, porém, vem dando sinais de que não concorda com a idéia e de que não pretende discutir o assunto na reunião. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, já afirmou não acreditar que aumentar tarifas neste momento seja uma boa alternativa.

 

 

 

 Em uma entrevista recente, o ministro afirmou que “neste momento (de crise), não devemos tomar medidas protecionistas em nenhum lugar. O protecionismo foi o que derivou na crise (econômica mundial) de 1929, quando os países se fecharam”.

 

 

Para o presidente do Parlamento do Mercosul, o deputado federal Dr. Rosinha, que foi convidado para a reunião, o aumento não é uma solução. “Se os argentinos acham que é colocar barreira sobre produtos importados é a melhor saída, eles não vão se sair bem dessa crise.”.

 

 

 

O governo argentino já impôs neste mês restrições não-tarifárias a uma lista de mais de 21 mil produtos importados, inclusive alguns brasileiros.

 

Irritação

 

 

 

Os argentinos também se mostraram irritados com a idéia do Brasil de fazer uma reunião ampla, envolvendo não apenas os membros plenos do bloco, mas também todos os membros associados, o que além de Venezuela, inclui Colômbia, Equador, Bolívia, Peru e Chile.

 

 

 

Uma fonte do governo argentino afirma que o país preferia uma reunião separada para os membros plenos poderem discutir ações concretas, como a ampliação da TEC. A mesma fonte diz que a idéia inicial da reunião partiu do país justamente com essa intenção.

 

Na opinião de analistas políticos argentinos, o Brasil teria ampliado a reunião em parte para “diluir” possíveis atritos com os argentinos e tornar o resultado do encontro mais vago.

 

 

 

 

O governo brasileiro afirma que convocou a reunião para “trocar experiências” sobre como os países estão agindo em relação à crise, abrir canais de comunicação e estudar possíveis ações conjuntas. No entanto, fora de ações no âmbito dos acordos comerciais do Mercosul, não existem propostas claras de ação conjunta.

 

De acordo com fontes do Itamaraty, após o encontro deverá ser lançado um comunicado reforçando essas intenções.

 

As divergências entre Argentina e Brasil não deverão ser as únicas no encontro em Brasília. Outro assunto espinhoso nos bastidores da reunião deverá ser o retorno das disputas diplomáticas entre os argentinos e uruguaios.

 

 

Nesta semana, o presidente uruguaio, Tabaré Vázquez, afirmou que veta o nome de Nestor Kirchner para secretário-geral da Unasul (União de Nações Sul-americanas). O marido da atual presidente foi sugerido pela presidente chilena, Michelle Bachelet.

 

 

Na Argentina, a notícia foi considerada pelo governo como um retorno à guerra diplomática entre os dois países que se estende desde os problemas gerados pela construção de fábricas de papel do lado uruguaio de um rio que separa os dois países.

 

 

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u460727.shtml